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sábado, agosto 05, 2006

A próxima geração de humanos

O futuro da humanidade é uma incerteza, não sabemos até quando seguiremos como os 'mestres' da criação, mas uma coisa já podemos afirmar: Toda aquela previsão vista em inúmeros filmes de ficção científica está cada vez mais próxima da realidade; daqui a algumas poucas dezenas de anos teremos a companhia de humanóides iguais a nós, mais fortes, mais rápidos e mais precisos nas tarefas de que se incumbirem; capazes de reagir a estímulos externos e tomar decisões com a velocidade do pensamento humano, com a diferença de serem decisões tomadas após checar e rechecar todas as variáveis possíveis.

veja mais da Actroid no vídeo acima

Estamos falando dos robôs, andróide e ciborgues que invadirão nossas vidas e tornarão o mundo algo parecido com o que vimos em diversos filmes futurísticos como Blade Runner, Eu robô, ghost in the shell; só para citar alguns. Tais organismos cibernéticos não serão tão facilmente reconhecidos nas ruas, à exceção daqueles cujas tarefas sejam menos "nobres", eles terão aparências humanas, com pele e estatura similar, talvez alguuns reclamem da semelhança e as fábricas os faça com uma coloração diferente, mas jovens humanos irão mimetizar tais diferenças tornando quase impossível distinguí-los. Tais organismos tomarão decisões e promoverão uma interação cada vez maior com o ser humano, afinal teremos humanos dotados de partes cibernéticas corrigindo suas deficiências (O pagamento, Johnny Mnemonic) e auxiliando outros a fazer melhor as suas tarefas. Os andróides estarão nas casas, realizando tarefas domésticas, servindo de companhia ou de objeto de prazer.


O que me dá tanta certeza? Bem é só olhar para as imagens desse post. A Actroid tem pele que imita a humana e apesar de não se mover, é capaz de interagir com as pessoas ao seu redor, prestando informações e mudando de humor a depender das pessoas com quem conversa. A Ever-1 reconhece mais de 400 palavras, expressa raiva ou alegria e em breve será capaz de paquerar indivíduos.

Nas ruas em 04 rodas, mas nas calçadas e interiores o iUnit assume uma forma que deixa o usuário a altura de uma pessoa em pé

No campo das interações mais drásticas já podemos contar com nanoeletrodos implantados no cérebro que irão ajudar portadores de necessidades especiais, como tetraplégicos, a se virar sozinhos e com menor dependencia da ajuda de terceiros, um chip já foi testado com sucesso nos Estados Unidos. Exoesqueletos como o Bleex serão usados para auxiliar soldados e trabalhadores, dando-lhes forças extra paracaminhar mais tempo sem fadiga e com peso acima da capacidade normal; veículos como o iUnit e o iWalk da Toyota em breve estarão no mercado tornando mais fácil a vida de quem tem problemas de locomoção.

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