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terça-feira, novembro 28, 2006

Distribuição de HQ para escolas públicas

O Ministério da Educação incluiu livros de histórias em quadrinhos e de imagens na nova coleção Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE/2006). Dom Quixote em quadrinhos, de Antônio Carlos Tironi Galhardo; Toda Mafalda, de Quiño; Na prisão (mangá – quadrinho japonês), de Kazuichi Hanawa; Santô e os pais da aviação, de João Spacca de Oliveira; e Café Van Gogh, de Ana Maria Machado Mello & Mayer Design Ltda. são alguns desses livros.
Os acervos chegarão às 46.700 escolas públicas de ensino fundamental no início do próximo ano. São 7,5 milhões de livros de três acervos da coleção PNBE, beneficiando cerca de 14 milhões de alunos da 6ª à 8ª série do ensino fundamental. Escolas com até 150 alunos receberão um acervo com 75 títulos; as escolas com 151 a 300 alunos ganharão um acervo com 150 títulos; e aquelas com mais de 300 estudantes, um acervo com 225 títulos.
Ao incluir livros em quadrinhos e de imagens no PNBE, o MEC está oferecendo aos estudantes a opção de outras formas gráficas para se contar uma história. “É uma linguagem mais coloquial, leve e lúdica”, observa Cecília Correia Lima, técnica da Coordenação-Geral de Estudos e Avaliação de Materiais do Ministério. Na sua opinião, o jovem de hoje é muito ligado ao visual e as histórias em quadrinhos são atraentes pelos desenhos e pela liberdade de criação. “O professor pode atrair o aluno para a leitura valorizando o visual, uma área forte na nossa sociedade”, comentou.
Das cerca de duas mil obras inscritas no PNBE este ano, foram selecionadas 225. “São livros de excelente qualidade e diversidade de gênero”, afirmou Jane Cristina da Silva, coordenadora-geral de Estudos e Avaliação de Materiais do MEC. Na sua opinião, a concepção de leitura deve ser ampla e extrapolar os limites do texto escrito, embora o suporte livro ainda seja prioridade. “Faz parte da responsabilidade social da escola formar leitores de livros literários e, também, de cinema, arte e fotografia.”
Negros – A Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) também quis valorizar a cultura negra e o PNBE terá livros na área, como A gênese africana – contos, mitos e lendas da África, de Dinah de Abreu Azevedo, e O negro da chibata, de Fernando de Lima Granato. Há, ainda, no acervo obras consagradas, como Novas seletas, de João Cabral de Melo Neto; Revolução dos bichos, de George Orwell, e Vidas secas, de Graciliano Ramos. Os 100 melhores contos de humor, de Flávio Alves Moreira da Costa, e Patativa do Assaré – antologia poética, de Antônio Gonçalves da Silva, são outros destaques.

Por: Susan Faria
Fonte: MEC

Negada indenização a árbitro que se sentiu atacado por charge

A charge representa uma manifestação bem humorada do cartunista, retratando certa situação, não tendo qualquer intenção de denegrir a imagem de qualquer pessoa. Com esse entendimento, o juiz Carlos Alberto França, da 6ª Vara Cível de Goiânia, julgou improcedente hoje (27) ação de indenização proposta pelo árbitro de futebol Mauro Gonçalves de Queiroz contra a empresa Jaime Câmara e Irmãos Ltda e o cartunista João Luís Brito de Oliveira, o Britus, autor das tiras de quadrinho denominadas Katteca e publicadas diariamente no jornal O Popular. Leia mais AQUI.
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