A KIKOSOFIA é um espaço de colaboração, no qual todas as vozes são acolhidas e respeitadas. Uma revista mensal feita por pessoas como você, com ideias por vezes convergente, mas nem sempre. Um local para debates e cooperação de ideias, de descobertas e criatividade, acolhedora da arte em todas as suas formas. Lutando pelo direito e liberdade de expressão, mesmo que não concordemos com nada do que for dito. Seja BEM VINDO e BOAS LEITURAS.
segunda-feira, março 23, 2026
KIKOSOFIA - FEVEREIRO E MARÇO 2026
segunda-feira, janeiro 05, 2026
Nosso simples e fabuloso dia a dia - Resenha HQ
![]() |
| O Combate Cotidiano - Manu Lacernet - Editora Pipoca e Nanquim - 252 páginas |
★★★★☆
quinta-feira, setembro 25, 2025
KIKOSOFIA 35 - SETEMBRO DE 2025
terça-feira, abril 18, 2023
O DIABO NÃO CRIA, ELE GANHA.
por Estrategista do silêncio
Essa divisão criada e bem definida é o que se observa no Brasil de 2023, onde pessoas escolhem lados bem claros, onde uns seguem e enaltecem valores cristãos, defendendo a necessidade de permitir que o esforço seja a mola mestra do sucesso das pessoas, enquanto outros preferem a energia mais densa, apaixonada e ansiosa por benefícios que sobem do inferno, de forma calorosa e risonha, a esculhambar, desmerecer e destruir "méritos honestos'.
Da forma que está, creio que negar a existência de Deus e do diabo estaja cada vez mais difícil, pois eles estão à mostra de forma muito mais evidente neste século. As "entidades" não querem mais transitar apenas nos céus e nos infernos, buscam a nós a todo instante, como forma de fortalecer seus exércitos e assim conquistar. A grande diferença é que para aqueles que escolhem Deus como referência, dobrar os joelhos ao chão, pedir proteção e rumar em busca dos resultados é merito que engrandece e fortalece, adubando o terreno para que a vida frondosa, produtiva e justa se firme. Trabalhar, estudar, suar, tentar, perder, cair, se levantar e tentar de novo, pois é assim que se aprende. Mas para quem opta por sentar-se ao lado do "cão", o tesão é outro, é criticar que o outro não tenha tanto e não lhe critique por ter, é fomentar a divisão acelerada de tudo que for valor, pois assim esses avermelhados se percebem mais forte, em condições de subjulgar os demais sem dó e nem piedade. Ajudam o diabo, apoiam o diabo, mas não querem deitar em sua cama e nem beber de seu vinho. É uma loucura que somente o tempo poderá explicar.
Pois é assim que vamos seguindo, os que trabalham chorando e os que mamam sorrindo. Uns tapando buracos e tentando manter-se em pé e outros cavando sepulcros debaixo de seus próprios pés, como se na derrocada eles também não sejam sugados ao quintos dos infernos. Apenas no fim da história, os malditos verão que no primeiro grito, o Deus lhe dará a mão, enquanto o cão corre em busca de uma nova oportunidade, que sempre lhe chega de graça, ao custo da desgraça de todos.
sábado, abril 15, 2023
Ataques em escolas, iniciando uma reflexão.
Os recentes ataques em escolas no
Brasil, bem como algumas tentativas desarticuladas e a disseminação em massa de
conteúdos alarmistas nas redes sociais tem causado uma onda de preocupação e
apreensão de pais, professores, alunos e autoridades. Diante do problema, que é
real e afeta a toda população começam a surgir, de um lado a apropriação
política dos ataques, visando criticar essa ou aquela politica desse ou daquele
governo; por outro, soluções mirabolantes ou apressadas baseadas em puro
achismo e na emergência de dar uma resposta, política principalmente.
O aumento da verba destinada ao
aumento de rondas escolares a serem efetuadas pelas polícias militares surge
logo como uma resposta mágica que irá acabar com o problema. Não vai.
Primeiro porque não há como as polícias militares disporem de efetivo para
realização do policiamento ostensivo e concomitantemente das rondas escolares
de forma exclusiva, ou seja, ainda que se aumente a verba, não há pessoal e
meios para tal. Basta lembrar que a maioria dos municípios, exceto as cidades
maiores, quando muito, possuem dois policiais por turno de serviço. Na prática
as rondas serão realizadas com algum ajuste no cartão-programa (roteiro) das
guarnições, sem detrimento ao atendimento de outras ocorrências emergenciais. Vale
aqui lembrar que várias polícias militares no País já possuem há anos programas
de policiamento comunitário escolar voltados a segurança dos estabelecimentos
de ensino.
Restringir conteúdo nas redes
sociais também é algo apontado como uma solução, porém, além do gritante
problema de como isso será feito de forma a não se configurar como censura ou
impedimento à livre expressão ainda é um mistério a ser desvendado e um
potencial perigo futuro a própria democracia. Claro que as redes sociais merecem
uma atenção especial justamente por essa capacidade de expandir informações
(verdadeira ou não) de uma maneira ferozmente eficaz e que deve sim possuir
regras legais e de conduta.
Lembrando ainda que não algo tão
fácil assim restringir a disseminação de conteúdos pela internet, a web é quase
um organismo vivo e mutável, que se adaptar muito rapidamente a tentativas de
limitações, basta relembrar casos recentes em que determinado mensageiro online
foi bloqueado e logo surgiram inúmeras alternativas que fizeram as informações
circularem como se nada houvesse ocorrido. A multimilionária indústria de
Hollywood, por exemplo, vive tentando ´barrar vazamentos sobre suas produções
ou evitar que seus filmes sejam pirateados mundialmente e até o momento não
conseguiram paralisar essa demanda, fecham um site, outros dois ou três são
abertos e continuam a espargir material.
Jogar a culpa para essa ou aquela
política de governo (presente ou passado) é apenas retórica tentando angariar
simpatia de uma parte da população, jogo no qual nossos políticos são mestres,
tapar sóis com peneiras. Então o que fazer e como impedir que a reprodução de
tal tipo de ataques se torne um problema recorrente?
Um recente relatório divulgado
pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos, país que há anos lida com tais
eventos, aponta que “a violência direcionada é evitável se as comunidades
tiverem as informações e os recursos certos para reconhecer sinais de alerta e
intervir". Então, mais do focar em aumento de efetivo ou controle
de mídias é necessário que sejam desenvolvidas estratégias de identificação e
resolução de prováveis problemas.
Tal relatório aponta que a
maioria dos agressores já apresentou algum histórico de comportamento que
preocupou pessoas próximas, com temor pela segurança própria ou de terceiros,
muitos já tinham registros de participação em atos de violência (criminal ou
doméstica) ou intimidação, não raro com passagem pela polícia por crimes ou
agressões. Metade desses agressores buscavam retaliação por erros relacionados
a questões pessoais, domésticas ou no local de trabalho, tendo experimentado
eventos estressantes logo antes de perpetrar os eventos. A maioria tinha algum
problema relacionada a problemas de saúde mental e, apesar das narrativas
dominantes atualmente na mídia, apenas 25% tinham motivações relacionadas a
algum sistema de crença ideológica (antissemita, misógina, racial, extremista
ou antigoverno).
Muitos dos perpetradores de
agressões em locais públicos como escolas, costumam ter em sua biografia
episódios de vitimização por bullying ou outros motivos, problemas de
relacionamento no local de trabalho, de relacionamentos passados ou atuais,
finanças e saúde. Eles costumam se preparar com antecedência, buscando
relacionar etapas a serem seguidas, conhecer o local, coletar material para
causar danos, pesquisar ataques ocorridos anteriormente e frequentemente
costumam comentar sobre tais planos com alguém próximo.
É possível então intuir que a
prevenção a tais atos começa muito antes de medidas mirabolantes e publicitárias.
É preciso investir de verdade em participação familiar e educacional nas
escolas, com programas competentes de combate a intolerância e discriminação,
sem ideologias partidárias ou falaciosas, mas que tenham base na compreensão e
aceitação de diferenças, na discussão saudável de ideia e na responsabilização
individualizada e padronizada de tais atores.
Aqui, abro um breve parênteses
para dizer que em relação a responsabilização de atos criminais é necessário
também se discutir a punição de menores de 18 anos, sim, tema polêmico, mas
extremamente necessário. Não é mais possível fechar os olhos a enorme
participação de adolescentes em atos infracionais graves, cuja correção hoje
existente só faz aumentar o risco que incide sobre essa parcela de nossa
sociedade, basta ver quem mais morre e quem mais mata em nossas fronteiras,
jovens entre 14 e 25 anos. Cooptados por organizações criminosas que abusam da
facilidade com que tais jovens são eximidos de seus atos. Claro, A punição deve
diferir daquela dada a um adulto, mas ela não pode mais ser considerada apenas
análoga a um crime, mas vista como um e punível como um. Que se atenue a pena
em razão da condição individual, mas essa discussão fica pra outro momento.
Voltando a temática, penso que criar instrumentos que fortaleçam a disciplina nas escolas, fazendo ver aos jovens a sua responsabilidade e fomentando o pertencimento a sua comunidade escolar, com regras estabelecidas e transparentes, que reverberem no estudante a noção de civilidade, civismo, fraternidade, mérito e compreensão sobre o próximo, são um caminho que pode ser trilhado de forma conclusiva para prevenir e evitar a propagação de tais atitudes.
A comunidade deve estar atenta a
indivíduos que apresentem comportamento errático, violento, depressivo, com
interesse extremo em situações de violência. As escolas devem investir na
preparação de seus profissionais na identificação e resolução de potenciais
problemas e é necessário que o devido encaminhamento seja dado ao fato pontual,
através de acompanhamento psicossocial, orientação e aconselhamento e até avaliação
pelos órgãos de segurança se necessário.
O monitoramento constante dos
alunos no ambiente escolar, tal como é feito nas escolas com foco em
disciplina, com o frequente estímulo ao desenvolvimento de valores familiares,
fraternos, morais, cívicos e humanos é algo que tem feito falta em nossa atual
sociedade que se volta cada vez mais para o interior do mundo digital, onde o
distanciamento é a regra, onde limites podem ser quebrados sem consequências
imediatas e muitas vezes, sem estas. Tais escolas, entretanto, não são bem
vistas pelo status quo vigente, que, via de regra, não as conhece a fundo,
optando pela crítica ideológica pura.
O modelo disciplinar, porém, pode ser adaptado a qualquer tipo de escola, bastando que haja compromisso e treinamento dos profissionais, bem como a implantação de um sistema de regras que seja transparente, possível e responsabilizador. O jovem precisa, desde cedo ter noções de compromisso familiar, comunitário e social, para que possa desenvolver em si senso de cidadania, cuidado pelo outro e orgulho pátrio.
Pais precisam se aproximar mais dos filhos, monitorar o que eles fazem nas redes sociais, conhecer seus amigos, dar limites claros e cobrar respeito e responsabilidade, conversar, observar, se interessar pelas atividade deles, fazer inspeções surpresas em seus objetos e coisas pessoais, não invadindo privacidades, mas sendo pais.
Valores familiares, culturais e sociais parecem estar fora de moda. Quando se fala em disciplina muita gente ouve repressão, atraso, mas sem ela, a disciplina, o ser humano não progride, ao contrário, fica como um cão correndo no mesmo lugar atrás da cauda. Cobrar responsabilidades é algo a que nos desacostumamos, principalmente quando vemos autoridades que não respondem por seus atos, insegurança jurídica dificultando entendimentos sobre que posturas são ou não legais, sensação de impunidade vista diariamente através de decisões no mínimo estranhas propaladas na justiça, falta de planejamento de estado a longo prazo, etc.
É preciso pensar com cuidado que tipo de país queremos para nossos filhos e netos, investir maciçamente em educação de qualidade, em formação técnica, geração de empregos, em melhoria social e em igualdade de oportunidades. É preciso combater intolerância de qualquer tipo, ensinar as crianças a conviver em harmonia com as diferenças, entender que cada um de nós é um universo em busca de respeito e dignidade.
terça-feira, dezembro 13, 2022
Contos, resenhas, poesias... KIKOSOFIA nº 6 chegou.
Olá pessoal. Aqui estamos com o sexto número da nossa querida revista. Espero que vocês leiam e aproveitem, tá muito legal essa edição. Compartilhem também. Valeu e boa leitura.
terça-feira, março 14, 2017
Mais uma...
Ou nós aprendemos a votar e a cobrar desse povo e deixamos de endeusar moluscos e outros animais da fauna política e passamos a entender que nós somos os detentores do poder e eles meros porta-vozes da vontade popular ou estamos, com o perdão da palavra, fudidos como Nação
quarta-feira, outubro 28, 2015
A estrada da Democracia
quarta-feira, outubro 30, 2013
REPÚDIO À DECLARAÇÃO DO SR. CLAUDIO DE MOURA CASTRO
| Carta Aberta ao Senado Federal |
Baixe o pdf com a carta
sexta-feira, setembro 27, 2013
Armas de brinquedo e violência (parte 2)
quarta-feira, setembro 25, 2013
Proibir armas de brinquedo: IDIOTICE (parte 1)
Devo lembrar que uma
boa parte (a maioria possivelmente), dos homicídios ocorre com
utilização das chamadas armas brancas (facas, facões, chaves de
fenda, garrafas, etc.), vamos então ter que abolir as espadas de
plástico? Melhor! Vamos abolir os quadrinhos, os videogames, os
desenhos animados da TV, melhor ainda! Vamos abolir a própria TV,
onde a violência real aparece diariamente espalhada em programas
jornalísticos sensacionalistas (que infelizmente são extremamente
populares nas camadas mais básicas da população), ou em novelas
que mitificam vilões e suas artimanhas maldosas. Vamos proibir os
filmes nacionais que colocam perigosos bandidos no papel de mocinhos
ou endeusam violentos policiais como heróis.domingo, julho 14, 2013
Manifestações vandalismo e cegueira intelectual?
quinta-feira, junho 20, 2013
Major da PM critica militarismo
sexta-feira, maio 21, 2010
A semana: alguns pitacos....
quinta-feira, abril 29, 2010
Políticos - pode confiar...
quinta-feira, abril 26, 2007
Justice League Política...
versus 
Para saber mais sobre os personagens: AQUI
Mais:
terça-feira, março 20, 2007
Polícia...
Olá pessoal, essa era postagem era pra ontem, mas problemas no servidor adiaram um pouquinho...Vamos lá.
Ontem o Jornal Nacional mostrou alguns "especialistas" em segurança (sociológos, psicológos e educadores - nunca profissionais da área - afinal esses não devem entender de nada mesmo ou não teriam se metido nessa confusão...) e, claro surgiram algumas idéias sensacionais para acabar com a violência, tanto policial quanto marginal. Alguma delas:
- Três e dois anos de curso para formação do policial que vai trabalhar na rua - Não sei de onde me saiu essa, até onde sei, nenhuma polícia demora tanto para formar um policial. Não é o tempo de curso que levará um bom policial para as ruas e sim a qualidade de sua formação; em média os cursos duram 03 meses para policial civil, que realmente é muito pouco se consideramos que sua atuação será a de colher provas para subsidiar um inquérito e levar o criminoso à prisão, e de 09 meses para o policial militar, que considero um bom tempo. Ocorre que essa formação não segue um padrão em todo País e a qualidade e conhecimento dos intrutores é questionável, sendo escolhido muitas vezes entre os oficiais/delegados das corporações, sem que tenham sido devidamente avaliados para tal função. Falta também uma estrutura sólida para auxiliar a formação dos policiais, que geralmente são formados sem treinamento técnico adequado, por falta de cartuchos para efetuarem aulas de tiro, falta de viaturas específicas para instrução, falta de cenários simulados de situações e até falta de condições satisfatórias de alojamento. Vale lembrar que após formados eles não sofrem qualquer tipo de controle ou avaliação que permita dizer se estão desempenhando bem ou não a sua função.
- Viatura adaptada com blindagem, ar condicionado, supermotor, etc - Ei! a viatura é pra policiar e não para ser um tanque de guerra. Claro que existem necessidades especiais, nas quais é preciso um veículo diferenciado, mas assim é demais. Mais uma vez não sei onde esses "especialistas" tiram essas idéias já que nenhum país do mundo tem a totalidade de suas viaturas com essa configuração. Carros reforçados apenas para necessidades especiais...E olhe que o "caveirão" do Rio de Janeiro, que atende a essas exigências é uma das coisas mais criticadas pelos "especialistas". O que é preciso mesmo é aumentar o número de viaturas nas ruas e cuidar que elas sofram manutenção adequada e possam ter o suporte de alguns veículos de repressão mais equipados, lembro porém que muitas vezes o que falta mesmo é gasolina pras viaturas saírem do pátio dos quarteis.
- Mira holográfica contra bala perdida - Essa me fez dar gargalhadas até agora, duvido que a Polícia Federal tenha mais de uma dúzia dessas ou que elas sejam usadas em situações além de treinamento; mas a risada foi porque, e sabe bem quem já viveu a situação, quem está num tiroteio de verdade tem tempo pra tudo, menos pra mirar ou ajustar o dispositivo holográfico, ele quer mesmo é salvar a pele e ai, é bala pro lado que está atirando e pronto. Falei tiroteio de verdade pra não confundir com aqueles tiroteios em que só um lado atira....E outro só tem o trabalho de morrer.
- Visão noturna - Bem, uma idéia boa pra variar, os bandido já tem. E olhe que não precisava ser pra todas as viaturas, mas os grupos especiais deveriam tê-las sim.
- Rádio criptografado - Outra idéia sensata e que é perseguido pelas policias há tempos, evitaria que a frequencia de comunicação pudesse ser copiada e ouvidas pelos bandidos; hoje qualquer comércio de rua vende um aparelhinho do tamando de um rádinho de pilha que "entra" na freqüencia de celulares, rádio-amadores e, claro, os rádios da polícia. R$ 150,00 viu freguês?
- Banco de dados unificado - Esse dizem que existe, mas na prática não funcionou até hoje devido as vaidades das chamadas "autoridades" que não conseguem se entender sobre os critérios de acesso.
Como visto, o que falta de verdade é investimento dos governos estaduais e do governo federal, sem soluções mirabolantes ou traquitanas que servem apenas para o marketing. É preciso criar metas de redução da criminalidade e padronizar comportamentos entre as diversas corporações policiais do País, criar uma fiscalização efetiva e mecanismos de controle adequados para evitar abusos e punir aqueles que usam a condição policial para cometerm crimes, é preciso valorizar a figura do policialspan text e punir severamente qualquer atentado contra eles e mudar as leis, tornando mais rápida a punição de criminosos. Mas isso só acontecerá quando o povo se conscientizar que viver intranqüilo por causa da criminalidade e da violência não é uma coisa "normal"
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