A KIKOSOFIA é um espaço de colaboração, no qual todas as vozes são acolhidas e respeitadas. Uma revista mensal feita por pessoas como você, com ideias por vezes convergente, mas nem sempre. Um local para debates e cooperação de ideias, de descobertas e criatividade, acolhedora da arte em todas as suas formas. Lutando pelo direito e liberdade de expressão, mesmo que não concordemos com nada do que for dito. Seja BEM VINDO e BOAS LEITURAS.
quarta-feira, agosto 26, 2026
KIKOSOFIA 44 - AGOSTO DE 2026
segunda-feira, junho 15, 2026
KIKOSOFIA 42 - JUNHO DE 2026
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Em meio à Copa do mundo, a Kikosofia deste mês é dedicada ao futebol, traçando a trajetória épica da Seleção Brasileira neste evento que pretende reunir as nações em torno da inclusão através do esporte – ainda que isso esteja mais na teoria do que na prática -. Carlos Drummond de Andrade, Alcântara Machado, Vinícius de Moraes, Ferreira Gular e Osvaldo Soriano trazem uma visão única do campo através de seus contos e poemas e ainda refletimos sobre a mais poderosa ferramenta humana com Monte Nero e refletimos o perseverar cristão com Castilho. Dicas de filmes, quadrinhos e livros sobre futebol? Temos também, então aproveite a leitura e boas jogadas.
quinta-feira, maio 28, 2026
KIKOSOFIA Nº 41 - MAIO DE 2026
segunda-feira, janeiro 05, 2026
Nosso simples e fabuloso dia a dia - Resenha HQ
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| O Combate Cotidiano - Manu Lacernet - Editora Pipoca e Nanquim - 252 páginas |
★★★★☆
quarta-feira, dezembro 24, 2025
quinta-feira, setembro 25, 2025
KIKOSOFIA 35 - SETEMBRO DE 2025
segunda-feira, junho 23, 2025
Revista KIKOSOFIA Nº 32 - Junho 2025
quarta-feira, abril 05, 2023
KIKOSOFIA Nº 9 - ABRIL 2023
Olá pessoal. Segue a Kikosofia de abril (nº 9) - Um projeto em andamento, uma revista com contos, poesias, críticas, resenhas de livros e filmes, dicas e outras coisinhas mais. Espero que Você goste, leia, compartilhe, recomende e colabore com seus textos, contos, resenhas, opiniões, discordâncias, etc. BOA LEITURA!
Para ver as edições anteriores (em pdf), clique no link abaixo.
segunda-feira, setembro 12, 2022
Projeto KIKOSOFIA, Agora em revista
domingo, novembro 09, 2014
Naruto chega ao fim após 15 anos
quarta-feira, outubro 22, 2014
Vingadores 2 - Trailer vazou
O trailer de Vingadores 2 - A era de Ultron, que deveria ir ao ar junto com a exibição do episódio 6 de Marvel Agents of S.H.I.E.L.D no próximo dia 28 de outubro, vazou e foi parar na internet. Nele podemos ver algumas cenas bastante impactantes como o escudo do Capitão América despedaçado, uma luta entre o Hulk e o Homem de ferro em sua armadura Hulkbuster e a Feiticeira escarlate entrando em ação. Curta o vídeo acima.
quarta-feira, setembro 24, 2014
Cidadania, Turma da Mônica
quinta-feira, setembro 11, 2014
Faleceu o quadinista Cedraz
terça-feira, agosto 26, 2014
O adeus a Deodato Borges
quinta-feira, agosto 14, 2014
Super cervejas
segunda-feira, agosto 04, 2014
Marvel publica video linkando seus filmes
quarta-feira, setembro 25, 2013
Proibir armas de brinquedo: IDIOTICE (parte 1)
Devo lembrar que uma
boa parte (a maioria possivelmente), dos homicídios ocorre com
utilização das chamadas armas brancas (facas, facões, chaves de
fenda, garrafas, etc.), vamos então ter que abolir as espadas de
plástico? Melhor! Vamos abolir os quadrinhos, os videogames, os
desenhos animados da TV, melhor ainda! Vamos abolir a própria TV,
onde a violência real aparece diariamente espalhada em programas
jornalísticos sensacionalistas (que infelizmente são extremamente
populares nas camadas mais básicas da população), ou em novelas
que mitificam vilões e suas artimanhas maldosas. Vamos proibir os
filmes nacionais que colocam perigosos bandidos no papel de mocinhos
ou endeusam violentos policiais como heróis.quarta-feira, setembro 11, 2013
Negros também são estereotipados nas HQs
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| Reco-reco, Bolão e Azeitona de Luis Sá |
Os estereótipos foram identificados não só nos aspectos visuais, mas também nos papéis desempenhados nas histórias, em comparação com os personagens brancos. “Invariavelmente [os negros] eram subalternos, intelectualmente limitados e socialmente desfavorecidos” conta. O pesquisador diz que a origem dessa forma de representar vem dos minstrels americanos, artistas brancos que, para se apresentar como negros, pintavam o rosto com tinta preta, entre outras caracterizações exageradas.
Chinen alega que percebeu ser impossível quantificar quantos personagens negros havia em todas as publicações brasileiras de quadrinhos, e que isso também não seria representativo. “Eu havia partido de uma premissa equivocada de que um produto de cultura de massa deveria refletir proporcionalmente a sociedade. Mas isso não ocorre necessariamente. Em termos proporcionais, certamente, há muito mais detetives nos quadrinhos do que na vida real” esclarece.
Chinen também procurou outros tipos de publicações para avaliar o papel dos negros nos quadrinhos. “Achei que devia dar um contexto mais amplo e me preocupei em incluir um breve histórico da iconografia do negro nas artes visuais, desde a primeira pintura a representar um negro no Brasil, em tela feita pelo holandês Frans Post, até as caricaturas e charges do Período Imperial.” Segundo o pesquisador, também foi difícil abranger toda a criação brasileira de HQ. “Não existe um acervo completo de tudo o que foi lançado em quadrinhos no país e as coleções que mais se aproximam disso pertencem a particulares, o que dificulta o acesso.”
Poucos personagens
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| Pelezinho - personagem de Mauricio de Souza |
As HQ têm como algumas de suas bases a caricatura e o humor. Isso, em algumas vezes, se dá com o reforço de traços exagerados e com generalizações. Para Chinen, “o perigo dos estereótipos é quando o público passa a achar que determinado tipo de figuração é normal, quando na verdade é ofensiva. É da natureza do humor construir situações que requerem uma dose de crueldade perpetrada sobre o outro e o limite entre o fazer rir e o humilhar é extremamente sutil”.
A representação equivocada de negros nas HQ, para o pesquisador, auxilia, como todo produto de comunicação em massa, a perpetuação de preconceitos. O professor acredita que trabalhos como o seu ajudam a debater o racismo presente nas representações do negro na sociedade. “A princípio eu tentei evitar uma abordagem que fugisse do âmbito das histórias em quadrinhos, mas no decorrer da pesquisa, compreendi que não dava para ignorar os aspectos sociopolíticos e a questão da identidade.”
Entre as HQ que Chinen destaca, estão séries criadas pelo cartunista Mauricio Pestana, sobre a participação negra em revoltas brasileiras, além dos personagens Luana, criada por Aroldo Macedo, e Aú, O Capoerista, criado por Flávio Luiz. A pesquisa, iniciada em 2008, inicialmente como um mestrado, foi orientada pelo professor Waldomiro de Castro Santos Vergueiro e encerrada em 2013. Chinen faz parte do Observatório de Quadrinhos da ECA.
quarta-feira, agosto 07, 2013
A evolução do Wolverine
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quarta-feira, julho 24, 2013
Super-heróis e a história real

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