Olá pessoal. Aqui estamos com o sexto número da nossa querida revista. Espero que vocês leiam e aproveitem, tá muito legal essa edição. Compartilhem também. Valeu e boa leitura.
A KIKOSOFIA é um espaço de colaboração, no qual todas as vozes são acolhidas e respeitadas. Uma revista mensal feita por pessoas como você, com ideias por vezes convergente, mas nem sempre. Um local para debates e cooperação de ideias, de descobertas e criatividade, acolhedora da arte em todas as suas formas. Lutando pelo direito e liberdade de expressão, mesmo que não concordemos com nada do que for dito. Seja BEM VINDO e BOAS LEITURAS.
terça-feira, dezembro 13, 2022
segunda-feira, setembro 12, 2022
Escrevo essas linhas logo após o anúncio oficial da morte de Elisabeth II, que por um longo período de 70 anos foi a soberana do Reino Unido e, de certa forma, o retrato da monarquia no mundo. Discreta, simpática e extremamente carismática, Elisabeth foi muito mais que uma monarca, mas um símbolo de profundos valores de tradição e nobreza. Sua popularidade era tanta que era vista por muitos fora da Inglaterra como uma espécie de vovó do mundo, aquela que todo mundo parece sonhar em ter, rica, bondosa e carinhosa. Claro que esta é uma visão romantizada e em muitos aspectos distante da real vida protagonizada pela Rainha. Muitos escândalos marcaram a trajetoria familiar da soberana, desde a renuncia do seu tio Eduardo VIII para casar com uma americana divorciada, o que possibilitou a subida de seu pai Jorge VI ao trono e a colocou na linha direta de sucessão, passando pelos problemas com a irmã Margareth, com o marido Phillip, os problemas conjugais de seu filho Charles (agora Rei), com a popular Princesa Diana, a separação dos dois e a consequente morte desta.
Fato é que Elisabeth personificou, como nenhum outro monarca, a alma de seu povo, apesar da presença sempre discreta e comedida, foi responsável por mostrar um pouco da vida da realeza ao público, sua coroação foi a primeira a ser transmitida pela televisão em 1953, assim como também permitiu nos anos 70 filmagens da vida familiar para um programa da TV Britânica. Por décadas a vida íntima da família real foi objeto de curiosidade e admiração pela população não apenas do Reino Unido, mas com os avanços dos meios de comunicação, também do mundo inteiro. Basta ver as inúmeras produções de séries e filmes que nos últimos anos de alguma forma retratam a vida em torno da Monarca.
Projeto KIKOSOFIA, Agora em revista
quarta-feira, julho 24, 2013
Super-heróis e a história real

segunda-feira, março 28, 2011
Presidentes: Memória
segunda-feira, julho 02, 2007
Indepêndencia ou morte!
Mas a coisa não iria terminar por aí, uma vez que, como era de se esperar, os portugueses não iriam aceitar a perda da colônia tão facilmente, algumas da regiões brasileiras sofriam forte influência deste e foi preciso derramar bastante sangue para que tal proclamação se tornasse válida.
Maria Quitéria com seu uniforme de saioteA história dessa luta é de uma riqueza ímpar com episódios marcantes como a batalha de pirajá, vencida de forma fantástica após a execução errônea de um toque de avançar ao invés de retirada, executado pelo cabo Lopes (um português que lutava ao lado das tropas brasileiras) e que, ao cometer tal erro fez os portugueses que estavam ganhando a batalha, pensarem que os brasileiros haviam recebido reforços; cansados da batalha que já durava horas e confusos com o avançar das tropas brasileiras que voltavam à carga, fugiram assustados, sendo perseguidos e finalmente derrotados.
Como se vê a história é muito mais rica do que nos fazem pensar os instrumentos educacionais e midiáticos, que retratam bem e até glorificam excessivamente os fatos ocorridos no sul do país, mas esquecem desrespeitosamente de acontecimentos tão ou mais importantes e que dariam excelentes temas de filmes, séries e documentários que só enriqueceriam a mitologia nacional e o sentimento de amor pátrio que anda sumido de nossas casas. Se tem algo que poderíamos aprender com os norte-americanos seria isso, lá eles glorificam até mesmo os menores fatos de sua história e assim criam uma identidade cultural tão forte que influencia até mesmo os povos que os odeiam.
Para ler mais: 2 de julho - O corneteiro que ganhou a guerra - Maria Quitéria -
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